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A versatilidade das Infusões Biológicas no mundo da Gastronomia

A versatilidade das Infusões Biológicas no mundo da Gastronomia

As Infusões Biológicas, da marca Infusões com História, destacam-se pela sua versatilidade, qualidade e exclusividade, o que faz com que os melhores profissionais da área de Gastronomia do nosso país, se interessem e queiram obter experiências únicas.

Três exemplos são o Chef de cozinha David Jesus, Chef de Cozinha Vítor Adão e o Sommelier David Teixeira.

Conheça o percurso dos três profissionais, as opiniões pessoais sobre estes produtos BIO, a distinção entre Chás e Infusões e ainda como a Infusões com História promove experiências sensoriais inigualáveis.

Chef David Jesus – Um caminho trilhado pelo sucesso

David Jesus (25 anos e natural de Setúbal) é um profissional de excelência, que já conta com passagens pelos restaurantes “Feitoria”, “Fortaleza do Guincho”, “Quique Dacosta”, “DiverXO”, “Frantzen”, e fundou o departamento de Investigação e Desenvolvimento do grupo Cambas.

Neste grupo incluem-se as Cervejarias “Brasão” (Foz, Aliados e Coliseu), o restaurante “O Paparico”, a Padaria “Granu” e a marca “Testo” – comeres caseiros.  

O próprio assume-se com sendo um criativo apaixonado pelo mundo da cozinha, perfecionista e amante das harmonias gastronómicas, sempre especiais e que nos levam a viver genuinamente as emoções.

Ligação entre o Homem e a Natureza – a opinião de David Jesus

Segundo ele, originalmente no Japão, país responsável pela partilha da cultura e cerimónia do chá e infusões para o resto mundo, um tipo de chá só pode ser feito no mesmo bule, porque com o passar do tempo, a “água” derramada cria uma capa no bule, através da reação da água com a argila (material com que é feito o bule).

Essa capa, para muitos artesãos, torna o bule mais bonito, especial, mais protegido e vai apurando aquele chá ou infusão. Como se fossem as suas vivências, como se fossem as suas memórias, o seu passado!

Nós também somos assim, ou deveríamos ser. Forjados por memórias, por vivências!

Ainda expressando a sua opinião, o David Jesus relata:

“Absorvemos o que a vida nos dá, vivemos e experienciamos todos os dias, mas nem sempre absorvemos.

É como se fizéssemos infusões ao longo do dia e só bebêssemos algumas, o que é certo é que no final do dia, toda a água derramada, criou uma capa.

Essa infusão, que bebemos ou não, mudou-nos e amanhã não vamos ser mais aquilo que fomos hoje!

Porque somos aquilo que vivemos, sentimos e fazemos sentir. Para muitos essa capa não está à vista, mas para outros essa é a capa que os distingue!”

No fundo, cada infusão tem uma vida, tem uma História. Cada infusão sofre alterações com o tempo, as condições climatéricas, ou com a relação com os “outros” (consumo).

As infusões são o elo de ligação entre o Homem e a Natureza, onde procuramos o equilíbrio através da relação entre o sensorial, o gustativo e as plantas.

A importância das Infusões para o Chef Vítor Adão

Vítor Adão é natural de Chaves, contudo já trabalha na capital portuguesa há vários anos. Entre 2016 e 2018 foi chefe executivo do restaurante 100 Maneiras, mas em 2019 abriu o seu próprio espaço: Plano Restaurante.

Por aqui apresenta as suas criações, explora a sua imaginação e experimenta novas ligações, como é o caso das Infusões com os seus pratos.

Ao visitar o site do seu restaurante, existe uma frase que se aproxima dos valores da Infusões com História:

“Acreditamos na magia dos artesãos, das louças imperfeitamente perfeitas, das peças que trazem, em si, um pouco de quem as molda. Acreditamos nas histórias que cada elemento da nossa mesa conta”.

Para além deste destaque, o Chefe Vítor Adão acabou por partilhar a sua opinião sobre as Infusões em geral:

“Dentro da cozinha sempre houve e haverá elementos que se distinguem dos demais pela sua importância, o que é o caso das infusões.

As Infusões são elementos fulcrais, nas confeções, podem estar na base de pratos simples tais como, Arrozes, massas ou nos molhos mais elaborados.

Na minha cozinha faço vários molhos que começam com infusões, alguns mais ricos e complexos em sabor, outros mais ténues e delicados.

Gosto particularmente de Infusões de plantas que crescem em locais com grandes amplitudes térmicas, pois conferem-lhe características únicas e consigo tirar o máximo de sabor e aroma de cada infusão.

Reforço sempre que as Infusões têm de ser trabalhadas nas temperaturas corretas, para não destruir o que elas têm de melhor!

As minhas Infusões preferidas são de cogumelos e ervas silvestres”.

Conheça o percurso do Sommelier David Teixeira 

Escanção com curso inicial de Restauração Mesa e Bar, realizado em Vila Real, e com experiência na área de hotelaria e restauração, David Teixeira participou em vários concursos de Mesa e Bar regionais e nacionais.

O reconhecido Sommelier conta com passagens pelo restaurante Le Buffet, no Hotel Mira Corgo; pelo restaurante DOC de Rui Paula; pelo Hotel MonteBelo Aguieira Lake Resort & Spa; pelo Grupo Dux, no restaurante Dux Palace Viseu e posteriormente no Hotel Casa da Calçada Relais & Châteaux.

David Teixeira é membro da Associação de Escanções de Portugal e possui os Certificados de Formação, nível I e II, atribuídos pela Wine&Spirit Education Trust.

Por último, é membro da Confraria dos Vinhos Verdes, com o título de “Oficial” e da Associação de Barman de Portugal, fazendo também parte de vários painéis de provadores.

Existem Chás e “Chás” – A distinção de David Teixeira

Para David Teixeira existe um problema de nomenclatura que dificulta distinguir uns dos outros (algo que é esclarecido mais à frente).

“No momento, o importante é reter a seguinte informação: o chá “comum” – o chá preto, que se compra nos supermercados em saquinhos individuais dentro de caixinhas de papel, ou em folhinhas secas soltas dentro de latinhas, são folhas de um arbusto originário da China, que produz flores parecidas com camélias.

Por isso, este arbusto tem o nome científico de Camellia sinensis, que em latim significa “camélia da China”. É basicamente dessa planta, que surgem os diferentes tipos de chá”.

David Teixeira acrescenta ainda:

“Para começar, sabia que o chá é a segunda bebida mais consumida do mundo? E só perde mesmo para a água, ficando o café em terceiro lugar?

Claro, temos de ter em conta o país onde vivemos, pois caso viva no Brasil, a situação é outra; neste país o café é paixão e orgulho nacional.

Mas é só lembrar que a China e a Índia, dois dos maiores e mais populosos países do mundo, são também lugares onde todos consomem chá – e aí, essa informação, faz muito mais sentido. Em segundo lugar: chá é só aquele preparado através da infusão das folhas, flores e raízes da Camellia sinensis, a “planta do chá”.

Aqui em Portugal, e também entre outros países, estamos habituados a usar a palavra “chá” como sinónimo de qualquer infusão de frutos, raízes, flores e folhas; principalmente de ervas, como a hortelã, erva-doce, erva-cidreira, camomila, ou até maçã, canela e tantas outras.

Mas o certo é chamar tudo isto de infusão: chá mesmo, só de Camellia sinensis, uma planta de origem chinesa e indiana – parente da nossa camélia, aquela que dá flores.

Por fim, na opinião do Sommelier “o que diferencia o chá preto, do verde e do branco, são os métodos mais comuns de colheita e preparação do chá que chegaram até nós através dos portugueses, os primeiros europeus a ter contato com este produto”.

Infusões com História e a promoção de experiências sensoriais

Afinal, como é que as Infusões Biológicas, da Infusões com História, enriquecem a Gastronomia e de que forma a marca 100% portuguesa promove experiências sensoriais?

A resposta é quase um resumo de tudo o que leu até aqui:

As misturas exclusivas de plantas aromáticas produzidas na região Norte de Portugal, ricas em aromas biológicos, incentivam a partilha de vivências, memórias e ligações mágicas entre o Homem e a Natureza.

As sensações gustativas e os “novos” sabores têm ainda a missão de separar as verdadeiras Infusões dos Chás mais comuns, elevando assim a qualidade das criações destes profissionais da Gastronomia.

De facto, não se trata apenas de Infusões BIO, mas sim de misturas que contam Histórias, refletem tradições, espelham a cultura portuguesa, com toda a autenticidade e beleza.

E tudo isto, através de propriedades devidamente reconhecidas, que combinam com os pratos, menus, bebidas e outras junções, idealizadas por chefes de cozinha, sommeliers e outros intervenientes.

Para terminar, afirmamos que só lhe falta sentir os aromas biológicos das Infusões Biológicas da marca e comprovar as informações que acaba de conhecer.

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